O Conselho de Ministros realizou hoje, dia 14 de Abril de 2026, a sua 10.ª sessão ordinária. Entre outras matérias, o executivo diz que avaliou os efeitos da Guerra no Médio Oriente e da subida dos preços do petróleo e seu impacto para a economia nacional.
Na sua comunicação a jornalistas no final da sessão, o governo reconheceu, assumiu a crise e não apresenta uma saída a vista, apenas diz que está monitorar o evoluir da tensão no Médio Oriente depois de falhar mais uma tentativa de reaproximação das partes beligerantes. Desta feita o governo não fez qualquer menção aos stocks disponíveis incluindo qualquer dado sobre as taxas actualmente praticadas no mercado retalhista.
Nos últimos dias Moçambique está a viver uma situação de caos devido a crise dos combustíveis. Longas vilas para o abastecimento de viaturas em muitas estações de Maputo e em outros locas reportados.
Salim Valá, porta-voz da sessão do Conselho de Ministros, garantiu o governo está muito a serio neste assunto e pediu a calma e o acompanhamento do evoluir da situação através dos órgãos apropriados.
O governo garantira a manutenção regular no abastecimento do mercado nacional até pelo menos o mês de Maio próximo, mas, pelo menos ao nível do retalho a situação é caótica na medida em que algumas as bombas já estão sem combustível um pouco por todo o país.
Alguns sectores de opinião vaticinavam uma provável mexidas nos preços, mas o porta-voz da sessão do Conselho de Ministros não fez qualquer referencias sobre a mexidas das taxas actualmente em vigor, mas mostrou que os próximos dias a situação pode ser pior embora as acções de monitorial governamental nesta motivada pelo conflito no Médio Oriente desde 28 de Fevereiro de 2026 corrente. O Conselho de Ministros esteve reunido esta terça-feira, 14 de Abril em sessão ordinária e assumiu a crise e não fez qualquer referência a mexidas nos preços conforme vaticinam alguns sectores da opinião pública. Durante a 9.ª sessão ordinária, realizada no passado dia 31 de Março o Secretário de Estado de Tesouro e Orçamento garantiu a disponibilidade dos stocks.
Em relação a situação no mercado interno, Dinis Tivane negou qualquer ruptura de stock e assegurou que no momento o país dispõe de stocks suficientes para assegurar as necessidades de consumo nacional para o mês de Abril decorrente dos 85 mil toneladas métricas que estavam no desembaraço, com garantias bancárias associadas, foi possível o governo assegurar o desembaraço das terminais oceânicas para os reservatórios. “Portanto combustível associado a garantias no montante de cerca de 72 milhões de dólares tendo reduzido para 12 milhões de dólares e também no período de 26 a 30 de Março o país recebeu carregamentos” explica a fonte do governo.





