Observação da SADC Refere Que a Votação e Contagem nas Mesas Foi Profissional

A Missão de observação da SADC que está em Moçambique a fazer a observação das sétimas eleições presidenciais e legislativas e as quartas dos governadores provinciais apresentou esta sexta-feira em Maputo o seu relatório preliminar sobre o processo.

O relatório apresentado pelo Chefe da Missão e antigo presidente de Zanzibar, Amani Abeid Karume indicam que o processo eleitoral no país decorreu sem sobressaltos e observou todos os requisitos básicos considerados relevantes pela organização regional.

A missão diz que no geral as mesas de votos abriram a horas previstas e os votantes exerceram o seu direito de forma livre. A SADC também elogia a acção da polícia e dos observadores que terão igualmente desempenhado o seu papel de forma profissional, diz.

O relatório final da SADC será publicado só depois de um mês. “As foram eleições em Moçambique foram realizadas de forma profissional; mas recomendamos melhorar o acesso das pessoas com deficiência nas assembleias de votos; idosos e mulheres grávidas porque algumas assembleias estavam localizadas acima do primeiro andar” reporta o documento a missão regional

A missão porém critica a aprovação tardia da lei eleitoral pelo parlamento (menos de dois meses para as eleições); défice orçamento eleitoral e insegurança em Cabo Delgado.

Também foram apresentados relatórios preliminares da Missão da União África; Commonwealth e CPLP.

A Missão de Observação Eleitoral da SADC enviou 52 observadores eleitorais para todas as 11 províncias de Moçambique para supervisionar todos os aspectos do processo eleitoral. O objectivo da Missão é avaliar a condução das eleições de acordo com os Princípios e Directrizes revistos da SADC que governam as Eleições Democráticas (2021).

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