A Missão de Observadores da União Europeia para as 7ª eleições gerais e multipartidárias já está em Moçambique.
A Chefe da Missão de Observação Eleitoral da União Europeia (MOE UE) em Moçambique 2024, Laura Ballarín Cereza, convocou uma conferência de imprensa sobre o lançamento das suas actividades, para próxima terça-feira, 10 de Setembro onde fará a apresentação oficial da missão, incluindo a sua estrutura e metodologia. Esta é a primeira missão de peso que chega ao país para se juntar aos observadores nacionais compostos maioritariamente pelos representantes das organizações não governamentais. A SADC ainda não se pronunciou, mas espera-se que o faça em breve.
Nas eleições de 2014 e 2019 respectivamente a EU esteve em peso em Moçambique com polémicas conclusões sobre o processos.
A Comissão Nacional de Eleições de Moçambique anunciou esta semana o arranque no dia 28 de Agosto passado, em Durban, África do Sul, do processo de produção do material de votação, nomeadamente boletins de voto, actas e editais das 7as Eleições Gerais Presidenciais, Legislativas e as 4as das Assembleias Provinciais e de Governador de Província, a decorrer no dia 09 de Outubro do Ano corrente.
De acordo com uma nota da Comissão Nacional de Eleições, publicada quinta-feira, 5 de Setembro, num prazo de 10 dias inicia o empacotamento com vista ao transporte e distribuição. O Material de Votação estará disponível, para a distribuído por todo o país, até o final do mês de Setembro.
A campanha eleitoral em Moçambique decorre na sua segunda semana conta com um total de 38 concorrentes no terreno desdobrando-se na chamada caça ao voto. A CNE anunciou a disponibilidade de 260 milhões de meticais para financiar actividades referentes à campanha de todos os concorrentes desde 15 de Agosto. O número sobre o custo das 7ª eleições gerais apresentado pela CNE é no seu global de 19.993.186,164,00MT.





