O vice-presidente da CTA, Vasco Manhiça diz que actualmente a aposta colectiva, como sector privado, em parceria com o sector público, deve centrar-se na alteração da actual realidade que aponta para um nível de penetração da rede de Internet de aproximadamente 20%, com predominância no nível urbano, contra os desafios que representa um crescimento da população moçambicana que situa-se em cerca de 2,5%, uma cifra alta se compararmos a taxa de 0,9% a nível mundial.
Manhiça falava esta sexta-feira no fórum de negócios da Matola que encerra esta tarde. “Gostava, a este ponto, de deixar aqui uma sugestão concreta para responder a este desafio. À semelhança da metodologia de trabalho que a CTA, através do seu Pelouro das TICs, tem vindo a desenvolver com o Ministério da Ciência e Tecnologia, que se circunscreve numa matriz de acções acordadas e que visam um impacto de médio e longo prazo na massificação do uso das TICs, gostaríamos de propor uma parceria com o Município da Matola que vise a adopção de um Plano de Acção de Transição Digital que tenha enfoque nos seguintes aspectos: Massificação da Capacitação no uso das TICs; Transformação das empresas, instituições pública se de ensino, para o domínio tecnológico; Investimentos em infraestruturas para responder à demanda crescente por serviços públicos digitais. Achamos que esta seria uma abordagem público-privada que permitiria o alcance de resultados mais visíveis e eficazes nesta missão, que é de todos nós, de garantir os serviços ao cidadão, promovendo sempre a simplificação, inovação tecnológica e modernização. Como CTA, estamos aptos acolaborar e contribuir no que estiver ao nosso alcance, sempre na perspectiva de que a Transição Digital seja uma via para melhorara produção e dar cada vez melhores serviços ao consumidor





