Na Maior Parte de Cabo Delgado os Rebeldes Atacaram, Mas o Exército Moçambicano Saqueou

O boletim editado pelo perito em questões sobre Moçambique, Josephj Hanlon reporta na sua edição de 8 de Abril, graves violações praticadas pelo exército e outros órgãos de soberania. Dado que a publicação é de língua inglesa tentamos apresentar traduções da nossa autoria para o nosso público;“Tal como em quase toda a vila de Palma, o Amarula Hotel foi destruído e saqueado aquando dos ataques desencadeados em Março de 2021 pelo estado Islâmico. Mas agora, com o amainar da situação, o Amarula está parcialmente reaberto. Para um local que foi saqueado, os móveis têm o aspecto rústico antigo que é a estética do hotel, não algo que foi comprado recentemente para substituir os saqueados”. A subgerente Ritha Jaime Lucas explicou que, sim, de fato são os mesmos móveis antigos do Amarula, eles os compraram de volta a um preço “razoável” dos saqueadores. “O que quer diz que os rebeldes não foram os saqueadores na medida em que eles destroem e seguem em frente. Na maior parte de Cabo Delgado, depois que os rebeldes atacaram, o exército moçambicano entrou e saqueou”, relata o Nairobi East African de Palma citado no BoletimIsto “diz praticamente tudo o que eles precisam saber sobre como Cabo Delgado foi perdido para o EI-Moçambique. O exército predatório e o governo alienado dos cidadãos; um povo marginalizado aproveitando as sobras; e um grupo islâmico explorando as falhas e queixas do Estado. “O exército ataca as pessoas. Não era incomum ter quatro bloqueios ao longo de um trecho de cinco quilómetros de estrada, ocupados pelo exército, a polícia, a força de defesa local e a administração local, todos eles extorquindo passageiros e motoristas.”

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