First Capital Bank Distingue Artistas e Valoriza a Arte Moçambicana

O First Capital Bank promoveu uma exposição de arte contemporânea moçambicana na Galeria do Porto de Maputo, reunindo obras originais de dez artistas nacionais seleccionados através de um processo de curadoria, no âmbito do Concurso Artístico – Expressão Moçambicana.

A exposição, inaugurada a 8 de Outubro, culminou com a cerimónia de premiação, realizada no dia 15 de Outubro, durante a qual foram premiados três artistas, celebrando a criatividade e a diversidade da expressão artística moçambicana.

Os dez artistas seleccionados desenvolveram obras originais para esta edição, explorando diferentes linguagens e abordagens criativas. Entre os trabalhos apresentados encontram-se Preparação da última refeição do dia numa noite de luar, de Albino Manhuana; Matriz de Abundância – Cântico do Afecto, de Algy Chaná Alberto de Sá (Chaná de Sá); Sonho Utópico, de Ricardo Joaquim (Kadinho); Cruzando, de Lizzie Ana Uamusse; e João, de Maria Chale.

O conjunto inclui ainda Beleza, de Moisés Arnaldo Sambo (Mógas); Início das Obras, de Nelsa Guambe; O Impulso Colectivo, de Phambi (Isac Abílio Tivane); Lugares e Memórias, de Samuel Djive; e O Sagrado Feminino, de Thandi Pinto.

As obras reflectem diferentes experiências, sensibilidades e formas de expressão, abrangendo a pintura contemporânea, a fotografia, a arte digital e a colagem. A diversidade dos trabalhos apresentados contribui para dar visibilidade à criatividade dos artistas nacionais e proporcionar ao público diferentes perspectivas sobre a arte contemporânea moçambicana.

No final do concurso, o primeiro lugar foi atribuído a Phambi (Isac Abílio Tivane), com a obra O Impulso Colectivo, distinguida com um prémio de 100.000 MT. Formado em Arquitectura e Planeamento Físico pela Universidade Eduardo Mondlane, o artista desenvolve um trabalho que cruza activismo, identidade urbana e raízes culturais.

O segundo lugar coube a Samuel Djive, com a obra Lugares e Memórias, que recebeu um prémio de 75.000 MT. Artista visual, pintor e designer, distingue-se por uma abordagem que combina o design com uma pintura expressionista de forte dimensão simbólica. Em 2011, fundou o projecto Street Gallery, em Maputo.

O terceiro lugar foi atribuído a Thandy Pinto, com a obra O Sagrado Feminino, distinguida com um prémio de 50.000 MT. Artista multidisciplinar, explora diferentes linguagens artísticas, incluindo fotografia, vídeo, arte digital e colagem, com particular interesse pela narrativa visual. Para além do prémio atribuído ao primeiro classificado, o Banco irá adquirir a obra vencedora, que ficará exposta na futura sede da instituição.

Esta decisão permitirá integrar uma obra de arte moçambicana num espaço frequentado por colaboradores, clientes, parceiros e visitantes, prolongando o reconhecimento do talento artístico nacional para além da cerimónia. Para Ana Russo, Directora de Marketing e Comunicação do Banco, “o apoio à arte e à cultura representa uma forma de reconhecer a riqueza cultural de Moçambique e de contribuir para a valorização dos seus artistas.

A aquisição da obra vencedora, que será exposta na futura sede da instituição, reflecte a vontade de dar continuidade a este reconhecimento e de manter a arte moçambicana presente no quotidiano do Banco”. Maria Elisa Chim, curadora do concurso, agradeceu ao Banco pela confiança e pela oportunidade de integrar o projecto, destacando a importância de iniciativas que promovem a cultura e dão visibilidade aos artistas nacionais. Para a curadora, projectos desta natureza contribuem para aproximar o público da arte moçambicana, reconhecer a diversidade de perspectivas dos artistas e criar oportunidades para a valorização da criação artística no país. O Concurso Artístico – Expressão Moçambicana enquadra-se no compromisso do Banco com a Responsabilidade Social Corporativa, através da promoção da cultura e valorização do talento nacional e o envolvimento de clientes, parceiros e colaboradores no processo de votação contribuiu para dar visibilidade a alguns artistas moçambicanos, reconhecer a sua criatividade e aproximar as suas obras de novos públicos. Após a cerimónia de premiação, as obras participantes continuam expostas na Galeria do Porto de Maputo até 1 de Novembro de 2026, permitindo ao público conhecer e apreciar os trabalhos apresentados nesta edição.

 

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