O Ministério da Saúde diz que em Moçambique ainda não foi detectado nenhum caso de COVID-19 causado pela nova variante designada Ómicron, sobre a qual, ainda não está disponível evidência científica referente às características funcionais, bem como conhecimento sobre a sua associação a formas graves da doença.
De acordo com um comunicado de imprensa do MISAU, a nível global estão em curso estudos visando o entendimento do comportamento desta mais recente variante, sabendo-se, por outro lado, que as formas de prevenção da variante Ómicron permanecem as mesmas do SARS Cov2.
As autoridades da saúde dizem também que, neste momento, o país está a reforçar as medidas de prevenção e controlo da COVID-19, nomeadamente a vigilância sanitária nos postos fronteiriços; testagem de casos suspeitos; continuidade do processo de vacinação contra a COVID19; e por último a vigilância.
“Gostaríamos de recomendar a todos os cidadãos e todas as forças vivas da sociedade no sentido de redobrarem as medidas de prevenção da COVID-19, nomeadamente, a lavagem frequente das mãos com água e sabão ou desinfecção com recurso ao álcool; a observação do distanciamento físico; o uso correcto da máscara para cobrir a boca e o nariz; e a observação da quarentena e do isolamento conforme as recomendações em vigor” diz o comunicado do MISAU.
De acordo com o MISAU na noite da última sexta-feira, 26 de Novembro corrente, a OMS classificou a nova variante como sendo de preocupação, tendo atribuído a letra grega Ómicron para sua designação. A variante Ómicron já foi detectada em alguns países da África, Ásia e Europa. Em Moçambique ainda não foi detectado nenhum caso de COVID-19 causado por esta variante do vírus, o que pode ser por incapacidade das autoridades no controlo técnico sanitário fronteiço.





