“Vi Pelas Redes Sociais” – Paulo Chachine Ministro do Interior Sobre Baleamento de Dois Polícias

A Polícia da República de Moçambique, PRM, ao nível da província de Maputo confirmou esta quarta-feira, dia 2 de Julho, que os dois homens brutalmente assassinados na zona de Manduca na manhã do mesmo dia na cidade da Matola eram efectivamente membros e agentes da PRM, afectos a 7ª Esquadra na capital Maputo

O facto foi revelado aos órgãos de comunicação social por Cláudio Ngulele, porta-voz da PRM ao nível da província de Maputo, que acrescentou que os dois agentes assassinados vinham numa carrinha de marca Toyota que caiu numa emboscada montada por desconhecidos que atiraram 54 balas mortais para os dois polícias.

Claudio Ngulele confirmou que os dois indivíduos baleados mortalmente nesta quarta-feira, na zona da Manduca, no município da Matola, eram membros das forças de defesa e segurança.

Trata-se de António Domingos Sitovelo, chefe do sector e inspector principal da Polícia da República de Moçambique (PRM), e Abílio Janeiro, agente operativo de segunda do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC). Ambos estavam afectos à 7ª Esquadra da Cidade de Maputo.

Interpelado por jornalistas, horas depois da ocorrência, Ministro do Interior disse que não estava informado, e que tinha tomado conhecimento da notícia sobre a morte por baleamento dos dois membros da PRM, pelas redes sócias “ vi pelas redes sociais… as redes sociais dizem o que dizem” reagiu o ministro aparentemente embaraçado pela situação que tende a ser recorrente sobretudo desde que chegou ao ministério.

Paulo Chachine falava a margem de uma conferência sobre cooperação nas áreas de defesa e segurança entre Moçambique e Malawi realizada esta semana em Maputo e que contou também com o novo director do Sise e ainda o Ministro da Defesa.

Com estes mais dois agentes mortos na Matola, sobe para três o número de polícias baleados mortalmente em circunstâncias estranhas em pleno dia por morte violenta. No dia 12 de Junho findo a PRM assumiu um baleamento de um outro quadro sénior da corporação respondia pelo nome de Carlos Rafael Zandamela, Superintendente Principal da Polícia afecto a Unidade de intervenção Rápida, como Chefe da Repartição de Reconhecimento. Ainda não há qualquer esclarecimento sobre este caso.

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