Os Chefes do Subcomité de Polícia da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) /Organização de Cooperação dos Chefes de Polícia Regional da África Austral (SARPCCO) estão agendados para a sua reunião geral anual em Dar es Salaam, República Unida da Tanzânia, de 2 a 6 de Junho de 2025.
A reunião visa deliberar e formular estratégias abrangentes para prevenir e responder eficazmente ao crime organizado transnacional.
Em consonância com o Plano Estratégico Indicativo de Desenvolvimento Regional da SADC (2020-2030), a reunião centrar-se-á no reforço dos quadros regionais de prevenção e combate à criminalidade organizada transnacional na região da SADC.
Os debates principais centrar-se-ão, entre outros, no reforço dos esforços regionais de combate à criminalidade, na partilha de informações e na coordenação de operações conjuntas e simultâneas contra sindicatos do crime organizado envolvidos em crimes transfronteiriços, como o tráfico de droga, o tráfico de armas de fogo, o roubo de veículos, o tráfico de pessoas e o contrabando de migrantes, o roubo de bens, o branqueamento de capitais e a cibercriminalidade.
Os Chefes de Polícia/SARPCCO também analisarão as recomendações da recente reunião dos Órgãos Técnicos da SARPCCO, realizada em Dar es Salaam de 28 a 30 de Abril de 2025.
A reunião será presidida pelo Inspector-geral da Polícia (IGP) da Força Policial da Tanzânia, Camillus Wambura. Durante a reunião, o actual Presidente da SARPCCO, IGP Wambura, passará a presidência para a Merlyne Yolamu, Inspector-geral da Força Policial do Malawi, após o término de seu mandato de um ano.A reunião dos Chefes de Polícia/SARPCCO será precedida pelas reuniões dos Chefes dos Escritórios Centrais Nacionais da INTERPOL para a África Austral e dos Órgãos Técnicos da SARPCCO, que incluem o Subcomité de Coordenação Permanente (Directores de Investigações Criminais), os Subcomités Jurídico, da Rede de Mulheres e de Treinamento.
Para além da situação na RDC, onde a SADC é acusada de marginalizar as suas forças, a situação do terrorismo, tráfico de drogas e raptos constitui também preocupação para a região incluindo Moçambique.





