Com vista a imprimir uma nova dinâmica no sector agrário, pesqueiro e ambiental, e garantir o cumprimento dos objectivos definidos no Programa Quinquenal do Governo 2025-2029, o Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Mito Albino, conferiu posse na manhã desta segunda-feira, 05 de Maio, aos novos quadros nomeados para os cargos de direcção nacional no MAAP.
A Direcção Nacional da Agricultura, passa a ser dirigida por Jabula Arlindo Zibia, enquanto Daniel Sérgio Massinga passa a ocupar o cargo de Director de Assuntos Jurídicos e Contencioso. Já a Nilza Joubert Paunde passa a responder pela pasta da Direcção de Planificação e Políticas, enquanto Rafael José Airone Escrivão assume a Direcção Nacional de Pecuária. Por sua vez, Licínia Raquel de Castanheira e Cossa passa para o cargo de Directora Nacional de Extensão.
Adérito Jorge Benedito M. Wetela vai agora para a Direcção Nacional de Terras e Desenvolvimento Territorial, enquanto Imede Chafim Falume passa a chefiar a Direcção Nacional de Florestas e Fauna Bravia. Francisco Fenequisso Sambo tutela a pasta da Direcção Nacional do Ambiente e Mudanças Climáticas, e Marcos Romão Saúte passa a ser responsável pela Direcção de Recursos Humanos.
Para a função de Director de Administração e Finanças foi nomeado Eurico Colarinho Navaia e Elias José Matsinhe passa para Director de Informação e Comunicação, enquanto Lucinda Mangue foi indicada para o cargo de Directora Nacional de Pescas e Aquacultura e, por fim, Felismina Armando Covane Antia vai agora para a Direcção Nacional de Assuntos do Mar.
No discurso de ocasião, o Ministro do pelouro sublinhou a necessidade de fortalecer, cada vez mais, o sector e as formas de intervenção, desde a formulação e análise de políticas, concepção e implementação de estratégias, programas e projectos de desenvolvimento, comunicação e mobilização de recursos humanos, materiais e financeiros necessários para a materialização das metas de desenvolvimento económico e social, promovendo a agricultura familiar e comercial, florestas e pescas, sempre num ambiente sustentável. ‟Os intervenientes do sector agrário, ambiental e pesqueiro esperam de nós uma forte coordenação e articulação institucional, assente em políticas, estratégias, programas e projectos robustos que respondem à demanda do sector privado e aos anseios da nossa sociedade em geral” sublinhou.





