Centro de Integridade Pública, CIP, escreve que o processo de produção de chapas de matrícula de veículos automóveis foi concessionada, no modelo de Parcerias Público – Privadas (PPP), à Whasintelec, uma empresa sem experiência na área que, dentre as várias obrigações, a concessionária devia construir uma unidade de produção de chapas de matrícula em Moçambique que iria permitir a transferência de tecnologia, a criação de postos de trabalho e contribuir para baixar os preços de venda ao público.
Entretanto, a unidade de produção nunca foi construída e, face à violação do contrato, o Instituto Nacional de Transportes Rodoviários (INATRO) – então Instituto Nacional de Transportes Terrestres (INATTER) – anunciou a rescisão unilateral do contrato com a Whasintelec, mas a decisão de rescisão do contrato foi anulada pelo então ministro de tutela, Gabriel Muthisse. A WhasIntelec foi constituída pela Intelec Holdings, de Armando Guebuza (25,5%), Whatana Investments, de Graça Machel (25,5%) e uma empresa alemã denominada Siervers GmbH (49%). Esta é uma história sobre um negócio de rent-seeking1, que lesa o cidadão. Artigo integral pode ser lido no Web do CIP.





