Adriano Nuvunga Condenado a Seis Meses de Prisão e Pagamento de 1 Milhão de Meticais por Calunia a Albino Forquilha

O Tribunal judicial da Cidade de Maputo condenou, na manhã desta quarta-feira, 3 de Junho ao cidadão Adriano Nuvunga, presidente do CDD a uma pena de prisão de seis meses incluindo o pagamento de uma indemnização no valor de um milhão de meticais por calúnia e difamação ao presidente do partido Podemos.

Adriano Nuvunga não conseguiu apresentar provas das acusações que fez em 2025 contra Albino Forquilha, actual Presidente do partido Podemos, que o acusara de receber um suborno no valor de 219 milhões de meticais do partido Frelimo para alegadamente falsificar os resultados eleitorais das sétimas eleições gerais e multipartidárias realizadas em Outubro de 2024 em Moçambique.

Albino Forquilha, presidente do partido Podemos já reagiu a sentença: “Estou feliz. Provou-se que nunca houve dinheiro para alterar os resultados eleitorais. A sentença apresenta um lado pedagógico; ela diz que o exercício da liberdade de expressão deve ser exercido com responsabilidade e tem limites. Quer dizer que não podemos pisar o outro. Transmitir a necessidade de um activismo responsável. Ele não conseguiu provar donde veio o dinheiro, quem entregou ou se realmente houve esse dinheiro. O Forquilha nunca venderia a verdade eleitoral. Fica esta pedagogia. Se o Nuvunga quer realmente trabalhar nos direitos humanos deve perceber que uma acusação sem prova é uma violação dos direitos humanos”.

Para além disso Albino forquilha considera igualmente que foi uma acusação infundada porque o Nuvunga depois de submeter a queixa não esperou a investigação das autoridades competentes; correu para a imprensa.

Condenado, Adriano Nuvunga, director do CDD, uma entidade que se apresenta como defensora dos Direitos Humanos, também já reagiu a decisão do tribunal e diz que vai recorrer da sentença. Para além falsário, Adriano Nuvunga também é conhecido na opinião pública nacional por exigir comida em voos de até 45 minutos.

Entretanto, outras notícias sobre o caso indicam que o cidadão Justino Monjane foi também constituído arguido igualmente por afirmar que o líder do Partido Podemos terá recebido o pagamento de 219 milhões para comprar “verdade eleitoral”

O Ministério Público constituiu formalmente arguido o político Justino Monjane, na segunda-feira, 1 de Junho de 2026, na Procuradoria de KaMpfumo.

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