Notícia da última hora indica que o empresário italiano Umberto Sartori preso em Abril passado pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal morreu na madrugada dês sexta-feira, 15 de Maio no interior das celas da cadeia de máxima segurança, vulgo BO.
Ainda não foi dado qualquer esclarecimento sobre as circunstâncias da morte do empresário, mas o dono do Kaya Kwanga, aparentemente abatido, decidira entrar em greve de fome na sua aparição ao tribunal para responder como barão da droga. As autoridades do sector penitenciário ainda não se pronunciaram, mas alguns círculos credita-se também pode ter sido uma estratégia de silenciar a verdade porque Sartori alegadamente era detentor de informações sensíveis que incriminariam uma ala ‘intocável’ que controla o poder económico da Frelimo em Moçambique.
Umberto Sartori Vidock, cidadão italiano proprietário do complexo residencial Kaya Kwanga, na luxuosa zona da marginal em Maputo, esteve presente ao juiz para ser ouvido na, sexta-feira, 24 de Abril, no Tribunal Judicial da Cidade de Maputo. Sartori foi detido numa operação de buscas e captura realizadas na sua residência desde 17 de Abril por acusações sobre a prática de crimes como tráfico de drogas, branqueamento de capitais, fraude fiscal, entre outros crimes, a falsificação de documentos.
Não é o primeiro preso ‘dos pesos pesados’ a morrer em circunstâncias estranhas na cadeia de máxima segurança BO. Em Março de 2025 passado Nini Satar também foi alegadamente encontrado morto na BO. No fecho da matéria recebemos o comunicado de imprensa do SERNAP confirmaram a morte de Sartoni, alegadamente tal como Nini foi encontrado estatelado no chão sem vida no interior da sua cela.





