Citado pela agência portuguesa Lusa, o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, afirmou que, por agora, o seu país não vai juntar as suas tropas à missão da SADC que combate na RDC.
“O posicionamento de Moçambique foi no sentido de continuar a apoiar esforços que estão sendo feitos principalmente por Angola, que é o mediador do conflito, através da União Africana [UA]”, disse Daniel Chapo, numa comunicação distribuída pela Presidência moçambicana este sábado (01.02), após a cimeira extraordinária da SADC realizada na sexta-feira em Harare, Zimbábue.
Por agora, afirmou o Presidente Daniel Chapo, Moçambique, que recebe apoio do Ruanda no combate ao terrorismo na província de Cabo Delgado, não vai juntar as suas tropas à missão da SADC que combate na República Democrática do Congo (RDC), indicando que a mesma continuará sendo integrada por tropas da África do Sul, da Tanzânia e do Malaui.
“Até agora, naquilo que aconteceu durante a cimeira, mantém-se os três e nós queremos mais uma vez reiterar que como país o nosso posicionamento é realmente continuar a apoiar estes esforços”, declarou Chapo.
Esta é a primeira reunião regional que Daniel Francisco Chapo participa como Presidente de Moçambique.
A sua presença não foi efusivamente celebrada aparentemente devido as condições em que Chapo toma o poder incluindo os acontecimentos que se seguem a sua tomada de posse. Mas também Chapo pode ter passado despercebido por causa da agitação que assola a SADC no contexto da guerra na RDC; o grupo rebelde M23 que integra três a quatro mil tropas ruandesas, está a cercar a cidade de Goma. Tropas da região da SADc, incluindo da África doSul estarão a morrer nos confrontos dos último dias.





