O Fardo Ministerial que Daniel Chapo Recusou-se a Herdar da Governação de Nyusi

O empossado Chefe de Estado, Daniel Daniel Chapo anunciou já os ministérios que vão nortear a composição do seu governo, saído das sétimas eleições presidenciais e legislativas do dia 9 de Outubro de 2024.

Embora as mexidas e alterações das designações no sector politico governativo do Estado,  tudo aponta que o peso da estrutura ministerial mantém-se no figurino do novo executivo, sobretudo sob o ponto de vista de custos operacionais incluindo a manutenção do domínio da burocracia que por outro lado fomenta o surgimento de focos da corrupção, um mal que Daniel Chapo prometeu curar na sociedade moçambicana.

Desta feita, o Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, determinou, através de Decreto Presidencial, extinguir os seguintes ministérios:

  1. a) Ministério da Economia e Finanças;
  2. b) Ministério dos Transportes e Comunicações;
  3. c) Ministério da Cultura e Turismo;
  4. d) Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural;
  5. e) Ministério da Terra e Ambiente;
  6. f) Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas;
  7. g) Ministério da Indústria e Comércio;
  8. h) Ministério do Trabalho e Segurança Social;
  9. i) Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano; e
  10. j) Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Ao abrigo do mesmo Decreto Presidencial, o Chefe do Estado extinguiu as seguintes instituições:

  1. a) Secretaria de Estado da Juventude e Emprego;
  2. b) Secretaria de Estado dos Desportos; e
  3. c) Secretaria de Estado do Ensino Técnico-profissional.

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