A Missão Militar da União Europeia em Moçambique encerrou semana passada a etapa de nível de formação e treino ao exército governamental moçambicano tendo em vista dar resposta aos ataques terroristas na província de Cabo Delgado, no norte.
Nos três anos a missão europeia diz que a partir de concluiu o treinamento de 11 militares moçambicanos de intervenção rápida. Porém, apesar dos sucessos que registam em Maputo, na província de Cabo Delgado o terrorismo continua a florir com todos os seus malefícios. Alguns sectores consideram que não se justifica a manutenção militar da EU, pelo menos nos moldes actuais, devido o seu fracasso na resposta ao terrorismo.
João Gonçalves, Major general da equipa militar europeia baseada em Maputo, diz que os resultados do trabalho que a missão está a realizar em Moçambique não podem ser medido pela situação em Cabo Delgado.
A fase seguinte da missão europeia é de monitoria e acompanhamento técnico profissional em relação ao exército governamental. Porque o trabalho militar europeu em Moçambique aparentemente não tem trazido resultados concretos sobre o terrorismo em Cabo Delgado alguns sectores consideram desnecessária a manutenção dos europeus em Maputo.





