A Ordem dos Advogados requereu terça-feira a audição, como declarante, de Filipe Nyusi actual Presidente da República, no julgamento do caso das dividas.
Aparentemente embaraçado com o requerimento do assistente da Ordem dos Advogados, o causídico Jaime Mandlate, o juiz Efigénio Baptista, que julga o caso, foi lacónico nas alegações de recusa, tendo se limitando a dizer apenas que o pedido pretende desviar o curso normal do julgamento, sem indicar em que termos a audição de Nyusi desnecessária.
Os empréstimos que sustentaram as dividas ocultas e os chorudos subornos envolvidos terão sido contraídos com garantias do estado com alegação de aplicabilidade em projrcto de protecção costeira nacional durante o período em que Filipe Nuisi ocupava o cargo de ministro da defesa nacional.
A ordem dos Advogados considera que Nyusi e o antigo ministro da justiça Basílio Monteiro são os únicos declarante ouvidos pela Procuradoria Geral da República no âmbito da instrução preparatória que não constam do rol dos declarantes que estão a ser ouvidos na sessão de julgamento que decorre na tenda da BO, arredores de Maputo, a capital do país.





