Já é Conhecido o Veredicto sobre Manuel Chang Vai Continuar na Cadeia dos EUA

Agências nacionais e internacionais que tem estado a acompanhar de perto o caso do julgamento de Manuel Chang escrevem que o antigo ministro das Finanças de Moçambique foi condenado esta quinta-feira por acusações criminais nos Estados Unidos da América EUA pelo seu alegado envolvimento na fraude envolvendo 2 mil milhões de dólares em empréstimos a três empresas do governo de Moçambique.

Os juízes que julgam o caso consideraram na sua decisão Manuel Chang culpado de conspiração para cometer fraude electrónica e conspiração para cometer lavagem de dinheiro no caso dos títulos. A actual fase do julgamento teve a duração de três semanas e teve lugar no Tribunal Federal do Brooklyn, Nova York.Os promotores disseram que a empresa de construção naval Privinvest pagou a Chang 7 milhões de dólares em subornos em troca da aprovação de uma garantia do governo de Moçambique para empréstimos a três empresas estatais para desenvolver a indústria pesqueira do país africano e melhorar a segurança marítima.

A respeitada agência de notícias Reuters, por exemplo, escreve num longo artigo publicado ao fim da tarde desta quinta-feira, que o advogado de Chang, Adam Ford, argumentou que o seu cliente aprovou a garantia do governo de Moçambique porque o presidente do país, na altura Armando Emílio Guebuza assim o queria, e o advogado acrescentou também que não havia provas de que os 7 milhões de dólares se destinavam a Chang. “Esse dinheiro nunca foi para o ministro Chang”, disse Ford em seu argumento final na segunda-feira, escreve a Reuters no seuy artigo traduzido e partilhado em várias plataformas. Não são claras as informações sobre a situação da pena ou moldura penal, mas Chang aparentemente ainda tem direito a recurso. O governo de Moçambique ainda não reagiu as anunciadas decisões do tribunal dos EUA, mas sempre reclamou colaboração com as autoridades americanas no caso.

Alguns sectores de opinião em Maputo acreditam também que este seja um projecto político estratégico sobretudo sob ponto de vista temporal dos acontecimentos. camaramen

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