O Ministério da Cultura e Turismo, através do Instituto Nacional do Turismo, realiza a 10ª edição da FIKANI Moçambique, Feira Internacional de Turismo, de 8 a 11 de Agosto próximo, no Centro Cultural Moçambique – China, sob o lema: “Turismo, Ferramenta de Desenvolvimento Económico e Transformação Social”. Esta há-de ser a última edição da feira para actual equipa da liderança deste ministério, sobretudo com o aproximar da fase da votação eleitoral em simultâneo com a célere degradação temporal do regime nyusista.
Com o lema escolhido para esta 10ª edição, pretende-se transmitir aos fazedores do turismo e ao público em geral que a indústria de viagens e turismo tem o potencial e papel de contribuir para o crescimento e desenvolvimento económicos, cujo impacto se sente com a elevação da qualidade de vida da sociedade, que pode ser beneficiária de postos de emprego, formação académico-profissional, para além de desfrutar de momentos de lazer.
A equipa de Eldevina Materula diz que durante o tempo em que esteve em frente do ministério os números sobre o turismo subiram e a tendência é melhorar, sobretudo tendo em vista os esforços do governo na criação de condições para a flexibilização do turismo seriamente afectado pela pandemia da covid-19.
Em termos de participação, são esperados mais de 6.500 visitantes entre nacionais e estrangeiros, mais de 220 expositores e mais de 145 stands, para exposição de produtos e serviços, incluindo serviços complementares a hotelaria, restauração, animação e agenciamento de viagens e passeios turísticos.
O Vice-Ministro: Fredson Victor Bravo Bacar orientou esta segunda-feira em Maputo uma conferencia de imprensa sobre o lançamento da FIKANI edição 2024.
A 10ª edição da FIKANI Moçambique promete ser um marco no calendário de eventos do país, destacando-se como uma vitrina excepcional para as riquezas culturais e turísticas de Moçambique. Este evento, não só proporcionará oportunidade única para os expositores e participantes nacionais e internacionais explorarem as oportunidades de negócios no sector de turismo, mas, também, servirá como palco para a celebração da diversidade e do património cultural moçambicano.





