O julgamento das dívidas ocultas retoma esta segunda-feira depois da interrupção em Dezembro para dar lugar festas do fim de ano.
A audição de Armando Emílio Guebuza, então presidente da república na condição de declarante no próximo dia 17 de Fevereiro constitui o momento mais alto desta fase da produção de provas.
Para além de Guebuza vai também na condição de declarante expor no tribunal o actual ministro das finanças Adriano Maleiane.
Foi durante o governo de Armando Geubuza que terão sido avalizadas as divida não declaradas que atingiram mais de dois mil milhões de dólares de acordo com o Centro de Integridade Pública que investiga o escândalo. Deste valor, 10%, equivalente a 200 milhões de dólares, foi gasto em subornos e comissões ilegais.
Mais de 30 personalidades foram arroladas incluindo dois ex-ministros do mandato de Guebuza nomeadamente o ministro das pescas e do interior Alberto Mondlane e Antonio Borges.





