Absa Reconhecido “Melhor Lugar para Trabalhar” Pelo Segundo Ano Consecutivo

O Absa Bank Moçambique diz que este mês foi atribuído, pelo segundo ano consecutivo, o prémio de “Melhor Lugar para Trabalhar em 2024” pela revista financeira internacional, Global Banking and Finance.

Este reconhecimento reafirma o posicionamento do Absa como um Banco de Pessoas para Pessoas e um empregador de eleição no País. O Banco tem procurado promover uma melhor qualidade de vida e de trabalho aos seus colaboradores, ao proporcionar milhares de horas de formação profissional, e programas de saúde e bem-estar.

“É com enorme satisfação que recebemos este prémio, pela segunda vez, o que reflecte o nosso compromisso com a valorização das nossas pessoas e os nossos esforços em fazer do Absa, um banco que cuida das suas pessoas. Entendemos que o sucesso de qualquer organização está fortemente ligado ao bem-estar e satisfação dos colaboradores. Temos uma preocupação genuína em proporcionar um ambiente de trabalho que estimule o talento, a criatividade e comprometimento das nossas pessoas”, declarou a Directora de Capital Humano do Absa Bank Moçambique, Hanifa Hassangy.

A distinção resulta do investimento do Absa Bank Moçambique, nos últimos anos, na qualidade do ambiente de trabalho, na diversidade, na implementação de políticas de flexibilidade laboral, na cultura, nos programas de formação que disponibiliza, a titulo gratuito, aos colaboradores, nos planos de promoção contínua, assegurando o tema da diversidade na sua relação com igualdade e equidade, sendo a única instituição financeira nacional a ter um equilíbrio de género no seu Comité de Gestão do País.

O Absa Bank Moçambique mantém, mesmo após a pandemia, os modelos de trabalho híbrido nas funções que o permitem, assegurando que todos os colaboradores possuam, nas suas residências, todas as condições e ferramentas de trabalho, como secretárias, cadeiras ergonómicas e acesso à internet, para desempenhar as suas tarefas.

Refira-se que o Absa Bank Moçambique é como que a metamorfose do antigo BPD, Banco Popular de Desenvolvimento e do mais recente Banco Austral. Ambos ficaram reputados por um histórico de má gestão entre outros escândalos financeiros, incluindo a morte não esclarecida do economista gestor Siba-Siba Macuacua. Actualmente o Banco é gerido por Luísa Diogo, que chegou a Primeira-ministra, mas actualmente com derrapagens sistemáticas no Comité Central para ascender a posição de Presidente da República.

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