A Procuradora Geral da República, Beatriz Buchili disse hoje ao parlamento que o Ministério Público decidiu instaurar dois processo crimes envolvendo gestores do topo, no seguimento das denúncias sobre os desfalques financeiros despoletados no início do ano nas Linhas Aéreas de Moçambique, LAM.
Falando na sequência da sessão de apresentação do Informe Anual da PGR a Assembleia da República, Beatriz Buchili explicou que os dois processos crimes em curso, na fase instrução preparatória, envolvem figuras de topo daquela companhia aérea nacional. A procuradora não revelou os nomes dos gestores do topo da LAM em investigação arrolados no escândalo.
No início deste ano a comunicação social noticiou situação de pagamentos aparentemente irregulares de serviços em lojas de bebidas vulgo bottle store pertencente a antigo e actuais da empresa. Em Fevereiro foram anunciados 190 milhões de meticais desviados durante processos de pagamentos electrónicos de bilhetes de passagem segundo, Sérgio Matos gestor da reestruturação da LAM
A FLY Modern Ark entidade sul-africana responsável pelo processo de reestruturação da LAM aponta ainda outros esquemas instalados na empresa destino ao desvio de dinheiro com o conhecimento de gestores seniores do topo. A PGR também não entrou em detalhes sobre o processo, mas garantiu que o Ministério Público está atento e vai continuar a seguir de perto o caso.





