Ainda os Esforços dos Estados Unidos da América na Recuperação Pós-Ciclone Idai em Sofala

O Governo dos E.U.A., através da sua Agência para o Desenvolvimento Internacional (USAID), diz que tem estado a registar progressos significativos nos mecanismos de ajuda e salvamento aos moçambicanos afectados por ciclones e cheias.

Os americanos dizem que quando do ciclone Idai em 2019 disponibilizaram 119 milhões de dólares em ajuda de emergência a Moçambique e aos países vizinhos. Os E.U.A. dizem também que actualmente trabalham em parceria com as agências da ONU para ajudar as famílias e as comunidades a enfrentar melhor os ciclones e as inundações graves.

A Administradora Adjunta da USAID, Isobel Coleman, visitou esta semana a cidade de Dondo, na Província de Sofala, uma comunidade devastada pelo ciclone Idai há quase cinco anos, para enfatizar a determinação do Governo dos E.U.A. em ajudar os moçambicanos a enfrentar desastres e emergir mais fortes, mais saudáveis e mais seguros.

“As mudanças climáticas colocam ameaças que requerem acção urgente.   Os Estados Unidos orgulham-se de trabalhar com as agências da ONU e o governo moçambicano na busca de soluções para ajudar as pessoas nas áreas mais vulneráveis da província de Sofala”, declarou o Administrador Adjunto Coleman.

Os Estados Unidos lançaram em 2022 o projecto da USAID “Recuperação Resiliente em Sofala” com o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat). Este projecto, em curso, resultou na construção de seis edifícios resistentes a tempestades nos distritos de Dondo, Buzi e Nhamatanda, que servem de refúgio seguro durante tempestades intensas. O projecto está actualmente a construir 130 casas capazes de resistir a ventos fortes e inundações.   As primeiras casas-modelo, construídas com telhados à prova de tempestades, já resistiram ao ciclone Freddy em 2023.   A USAID formou artesãos locais para construírem mais 20 casas em 2024.

Para apoiar as famílias deslocadas pelas inundações, a USAID em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), formou 2449 agricultores, que também receberam vales para aquisição de ferramentas, sementes e fertilizantes,   tendo em vista a produção de culturas resistentes à seca.   Além disso, o projecto também ajuda a reavivar as associações de agricultores locais e apoia obras de engenharia para operacionalizar sistemas de irrigação colectivos que há muito tempo deixaram de ser utilizados.

 

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