Notícias sobre a situação da guerra movida por terroristas em Cabo Delgado indicam a continuação de ataques em aldeias dos distritos do norte de Moçambique
Fontes locais relatam rastos de destruições provocadas pelos terroristas na aldeia Chinda no dia 18.10.2023. Chinda dista quase 50 quilómetros da sede distrital de Mocímboa da Praia, uma região rica em recursos naturais e que actualmente a sua exploração está a ser severamente inviabilizada pelos terroristas apesar da presença das forças governamentais e seus aliados.
No ataque a Chinde não houve relatos de vítimas mortais humanas, mas mais de duas mil e quinhentas pessoas foram forçadas a abandonar suas casas em Chinda após a invasão dos terroristas identificados como do al sunna wa jamma’h.
As fontes dizem que os atacantes entraram aos tiros de armas de guerra a partir de uma das zonas baixas do rio muera, nas proximidades da região de Auasse, uma região que desde 2021 está praticamente abandonada pela população. os milhares de afectados reclamam ajuda humanitária porque os terroristas saquearam o pouco de excedente agrícola que restava nos celeiros comunitários. Aparentemente a tropa ruandesa está a patrulhar a área.





