O Millennium bim diz que pela 14ª vez, foi eleito como “Banco do Ano” em Moçambique, 2021, uma distinção atribuída pela conceituada revista internacional The Banker, do Grupo Financial Times.
O prémio, que simboliza o reconhecimento, pelos mais reputados analistas do sector, da excelência dos produtos e serviços que o Banco disponibiliza, num contexto macroeconómico adverso resultante da pandemia COVID-19, assinala também o forte contributo do Millennium bim para a modernização do sistema financeiro nacional e o desenvolvimento inclusivo de Moçambique, nomeadamente, ao nível da inclusão financeira e digital dos moçambicanos.
A publicação destaca ainda, a solidez e a qualidade dos resultados do Banco, a resiliência assente na sua capacidade de inovação, de se superar e adaptar às mudanças que a transformação digital exigiu às empresas, como resposta aos desafios impostos pelo mercado e pela pandemia da COVID-19.
Foram também critérios decisivos a implementação de uma estratégia de crescimento sustentada, aliada a um compromisso socioeconómico inclusivo através de acções e parcerias que visam a melhoria das condições de vida e o bem-estar das Famílias e Empresas moçambicanas.
Para José Reino da Costa, Presidente da Comissão Executiva do Millennium bim, este novo prémio destaca, de forma clara, o incansável e contínuo compromisso do Banco para a bancarização nacional, uma vez que reconhece todo o esforço e investimento na qualidade, não só da oferta de produtos e serviços, mas também e sobretudo do seu capital humano.
O prémio “Banco do Ano” em Moçambique, 2021 reforça o histórico de excepção do Millennium bim, na sua condição de Banco mais premiado do País, bem como o sucesso do Banco, sempre norteado pelo desenvolvimento de iniciativas de apoio às comunidades através de um programa de Responsabilidade Social muito vasto, em áreas como educação, cultura, desporto, desenvolvimento comunitário e saúde.
No entanto, inúmeras vezes o Millenniu bim tem sido sancionado pelo Banco de Moçambique por alegado violação da lei de branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo.





