Com o lema Transformação, Inovação e Sustentabilidade para Competitividade Industrial, o sector privado prepara o momento de Diálogo Público-Privado, com o governo.
O presidente da CTA, Agostinho Vuma, diz que as expectativas para esta edição são a apresentação de uma proposta concreta para induzir a industrialização do País, a atracão de investimentos e estabelecimento de parcerias.
Falando numa recepção de lançamento Vuma disse que “queremos uma CASP voltada para o impacto directo para o sector empresarial, sempre numa dimensão de curto e médio prazos. A nossa XVIII CASP vai acontecer numa altura em que o país está a implementar reformas resultantes do que foram os compromissos assumidos na última conferência, que tiveram no Pacote de Medidas de Aceleração Económica (PAE) a sua maior expressão”.
Para a CTA, das 20 medidas contidas no PAE, cerca de 60% resultaram das propostas que o sector privado defendeu na última CASP, o que para os empresários prova o nível de relevância e resultado do diálogo que o sector empresarial tem mantido com o Governo.
De acordo com o presidente da CTA, o custo de iniciar uma actividade empresarial reduziu em cerca de 60% de 2018 para cá, como resultado do Decreto de Mera Comunicação Prévia e a supressão de algumas obrigatoriedades legais, como é o caso de Alvará e outros custos da cadeia.
“Vamos para a XVIII CASP bastante encorajados e esperamos sair de lá com compromissos claros, sobre os passos a tomar para a implementação efectiva do PRONAI, um programa que, a ser implementado em pleno, vai permitir acelerar a industrialização da nossa economia e gerar uma cadeia de oportunidades para as Micro-Pequenas e Médias Empresas nacionais”.





