O Ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, disse esta quarta-feira no parlamento que a companhia moçambicana Linhas Aéreas de Moçambique, LAM, está a beira de colapsar ou decretar falência.
Falando na sessão de perguntas e respostas ao governo, Magala, explicou que no estado actual a LAM não pode sobreviver na medida em que o seu negócio é financioado em mais de 90% pelo serviço da divida não reestrurada.
Segundo Magala, no ano passado a LAM registou 75 milhões de dólares em perdas sobretudo deviso a degradação da política de preços, volumes reduzidos e tarifas elevadas e elitistas.
Para contornar esta situação o governo diz que foram feitas diligencias que terminaram com um acordo de recuparacao da LAM tendo sido já encontrada uma empresa sul-africana que vai ficar com a LAM.
De acordo com o Ministro, o sector dos transportes realizou uma avaliação completa para tomar uma decisão. O trabalho foi feito através de uma consultoria internacional que concluiu que a a situação é preocupante. “A LAM pode estar a beira do colapso. A saída seria a sua liquidação ou falência controlada. O relatório do trabalho indica que a empresa pode não conseguiu parceria para tomar a LAM. A situação da LAM continua a degradar.
O ministro dos transportes explicou ainda que foi feita pesquisa internacional para identicar e estabilizar a empresa, mas a maioria das solicitações externas querem mais análises contrariamente a ideia de a LAM encontrar soluções imeditas. Foram contacdas empresas do médio oriente e Europa que não aceitaram parceria nas condicoes em que a LAM se encontra.
“Em Março concluímos a avaliação inicial para entrada da companhia sul africa este Abril. Este mês a empresa vai apresentar o seu primeiro relatório. O objectivo é incrimentar a fronta, as frenquencias, rotas e que o preço seja baixo, estancar a divida, voar para mais destinos.





