Calisto Cossa Diz Que o Dinheiro do Banco Mundial Vai Impulsionar Economia da Matola

O Presidente do Conselho Municipal da Matola, reagiu já ao anúncio do Banco Mundial de disponibilizar 250 milhões de dólares da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA) para a melhoria do sistema de transportes urbanos com enfoque na mobilidade e acessibilidade na Área Metropolitana de Maputo, abrangendo as cidades de Maputo, Matola e vila de Marracuene

O Banco Mundial aprovou, esta semana, (dia 23 de Agosto), em Washington DC, o orçamento equivalente a 250 milhões de dólares que deverá ser utilizado para a construção do primeiro sistema de transporte rápido de autocarros (BRT) e instalações associadas; melhoria do acesso aos bairros de baixo rendimento através do apetrechamento das vias e estradas; a construção de infra-estruturas de circulação não-motorizada, bem como a facilitação da mobilidade de grupos vulneráveis. Parte deste projecto irá estender-se até o distrito de Boane.

Calisto Cossa considera que este apoio “vem reforçar um conjunto de iniciativas que têm sido levadas à cabo pela autarquia da Matola evidenciando, uma vez mais, o nosso compromisso de promover e tornar mais sustentável e resiliente a economia local e nacional. Por outro lado, enaltece aquele que tem sido o nosso foco de transformar a cidade da Matola, uma vez que este apoio sustenta a nossa missão de melhorar a condição de vida dos munícipes, bem como de todos os Moçambicanos.”

“Assim, pretendemos com este gesto e apoio dos nossos parceiros, melhorar o nosso sistema de transportes existente, olhando para este projecto como um elemento-chave para atracção de investimento estrangeiro e potencialização da economia através da facilitação do acesso e mobilidade à nossa cidade”, acrescentou Calisto Cossa.

Idah Z. Pswarayi-Riddihough, Directora Do Banco Mundial para Moçambique, afirmou estar satisfeita com o alcance de mais um marco no que tange a melhoria da vida da população habitante na Área Metropolitana do Grande Maputo.

“Esta operação contribuirá, em última análise, para expandir oportunidades económicas e a inclusão social. O deficiente acesso ao emprego e serviços constitui um grande constrangimento à produtividade económica urbana, e dificulta o potencial e competitividade das cidades e é um elemento crítico de exclusão social subjacente à pobreza urbana” diz representante do Banco Mundial.

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