Microbanco Confiança Reclama Prejuízos Por Financiamentos aos Colaboradores das FDS

No periodo de seis meses findo em 30 de Junho, o Microbanco Confiança apresentou um resultado negativo de 2,427,733 que  compara com o prejuizo de 9.182.604 no período homólogo do ano anterior de 2021.

De acordo com o relatório intercalar semestral, referente a Junho do ano em curso, o resultado do primeiro semestre de 2022 do Microbanco Confiança, foi impactado em 13% decorrente da mudança de protocolo de financiamento aos colaboradores das FDS, tendo agravado o nível de imparidade.

O rendimento de juros, (produto bancário) ascendeu a 72.851.978 (+17% em termos homólogos) determinado pelo aumento da margem financeira (+17,6%). Além disso, diz o relatório, os custos operacionais elevaram-se a 17, 384, 749 evidenciando um aumento de 23,2% face ao período homólogo do período anterior, reflexo, alegadamente, da introdução de medidas de servir melhor o cliente e das melhorias concretizadas o nivel da simplificacao dos processos e da optimização das estruturas

“O Primeiro semestre de 2022, foi caracterizado por fraco crescimento da carteira, não alinhando com a Estratégia de crescimento formulado, assim não conseguimos obter resultado positivo para ampliar nosso compromisso com a sustentabilidade” refere um documento do Microbanco.

O principal accionista é do Microbanco Confiança é a Hluvuku – ad- sema com 98% do capital seguindo se pequenos accionistas individuais como Bernardo Tembe (1,00%); Paulo Cuvila e Francisco Alfredo Cuamba, Samora Xavier com (0,24%). Bernardo Luís Tembe é o Administrador Delegado.

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