O activo do banco totalizou 45 108 mil milhões de meticais, reflectindo uma redução homóloga de 5%, revela o relatório e contas da empresa referente ao ano económico de 2021.
O documento indica que o passivo do banco apresentou igualmente uma redução comparativamente a igual período de 2020 passando de 39 608 milhões de meticais para 36 610 milhões de meticais em 2021. A diminuição do passivo ficou muito a dever-se á redução da carteira de depósitos, mas o Moza diz que continua o quinto maior banco no sistema financeiro moçambicano em termos de depósitos com uma quota de 5,7% de mercado, abaixo dos 6,1% em 2020.
Em 2021, os depósitos dos clientes do Moza Banco para além de caírem, mantiveram-se como a principal fonte de financiamento da actividade do banco representando 89% do total de passivos. Em 2021 findo, os depósitos dos clientes do Moza Banco caíram 7% ao posicionar-se nos 32 753 milhões de meticais.
De acordo com o relatório, devido ao abalo do exercício económico de 2021 os accionistas de Moza Banco tiveram que injectar nas contas da instituição, em capital próprio, 1,95 mil milhões de meticais, para salvar o banco, que terminou o ano com 8 498 milhões de meticais.
A actividade desenvolvida em 2021 pelo Moza continuou a ser condicionada pela evolução desfavorável de crédito mal parado derivado da crise da pandemia. Como resultado da redução do balanço no final do ano 2021 o Moza Banco passou da quinta para sexta posição de maiores instituições financeiras em Moçambique com uma quota de mercado de 5,6%.
O exercício financeiro findo em 31 de Dezembro de 2021 do Moza Banco originou resultados negativos após impostos no valor de 1.381.020.906. A auditoria aponta ainda altos custos com a estrutura da empresa que continuam a subir.
O Conselho de Administração do Moza é dirigido por João Filipe de Figueiredo Júnior, Manuel Jorge Mendes Soares, Administrador executivo acumula com a posição de presidente da Comissão Executiva coadjuvado pela polémica Joana Jacinto David Matsombe.
No conselho de admnistracao do Moza está ainda Manuel Jorge Aranda da Silva, administrador não executivo, Wilfred Jeroen Scheelbeek , administrador não executivo tal como Angélica Macave. A mesa da assembleia-geral do moza está Lourenço Joaquim da Costa Rosário e Manuel Mendes.
Os accionistas do moza banco são nomeadamente a kuhanha, (2%); Arise B.V. (29%); Moçambique Capitais, (3,6%); NB África (3,5%) e António Matos (0%). Algumas fontes apontam gestão danosa nos activos do Moza Banco, com uma liderança tuga racista.





