CTA é Pela Revisão do Modelo de Fixação do Salário Mínimo

O controverso presidente da CTA, Agostinho Vuma, disse que os resultados das negociações de salário mínimo no ano passado mostraram a necessidade de se repensar sobre o modelo de fixação do salário mínimo com a maior urgência visto que há uma tendência de criação de mais subsectores para efeitos de discussão do salário mínimo.

“Para nós a solução a estes pedidos passa por rever o actual modelo de fixação de salário mínimo”.

Falando semana passada durante a sessão de abertura da reunião da Comissão Consultiva do Trabalho, CCT, Agostinho Vuma lembrou que este assunto já há muito a sua análise e discussão vem sendo adiada na CCT, mas o sector privado defende que o reajuste dos salários mínimos nacionais deva ser assente em premissas e em uma fórmula mais justa, que represente a real produtividade das empresas sobretudo as Micro Pequenas e Medias Empresas, que se ressentem anualmente do aumento dos custos operacionais muito por conta da sobrecarga dos salários mínimos acordados. A CTA não avançou com uma proposta concreta sobre o modelo de negociação salarial que propõe.

“Acreditamos igualmente que a conclusão da reflexão sobre o modelo de fixação de salário mínimo vai impactar directamente na redução do índice de informalidade que com a eclosão da Pandemia do COVID – 19 aumentou” disse o presidente do CTA, actualmente envolto em acusações de roubo de viaturas de luxo na vizinha África do Sul.

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