Segundo Dia do Julgamento de Jair Bolsonaro Acusado de Tentativa de Golpe de Estado em 2022

O julgamento do antigo presidente brasileiro Jair Bolsonaro retoma esta quarta-feira, dia 3 de Setembro, a partir das 9 horas, quando são ouvidos os argumentos dos advogados de Bolsonaro; do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno; ex-ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira e do general Braga Netto, ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice presidente nas eleições presidenciais de 2022.

O julgamento de Jair Bolsonaro (PL) e mais sete réus são acusados como golpistas e o julgamento começou ontem dia 1 de Setembro com a leitura do relatório pelo ministro Alexandre de Moraes, resumindo tudo o que ocorreu no processo, refere a Agencia Brasil. Na sequência, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou sua manifestação, em que pediu a condenação de todos os oito réus acusados de tentativa de golpe de estado após eleições de 2022.

O Procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a condenação de Bolsonaro e dos demais acusados. Foram destinadas oito sessões para análise do caso, marcadas para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de Setembro.

A Agencia Brasil escreve ainda que a votação que vai condenar ou absolver os réus deve começar somente nas próximas sessões. As penas podem passar de 30 anos de prisão. São réus no processo em julgamento nomeadamente Jair Bolsonaro – ex-presidente da República; Alexandre Ramagem – ex-director da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); Almir Garnier – ex-comandante da Marinha; Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal; Augusto Heleno – ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto – ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022; Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

Entretanto os Estados Unidos da América, através do seu Presidente Donald Trump, consideram este julgamento um teatro de perseguição política desencadeado pelo actual presidente brasileiro Lula da Silva contra o seu mais directo adversário político.

Impossível copiar o conteúdo desta página