HCB Lança Maior Prémio Jornalístico Nacional na Celebração dos Seus 50 Anos

No âmbito das celebrações do50ª Aniversário da criação da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), empresa lançou hoje, 28 de Fevereiro, o” Prémio Jornalismo HCB 50 anos, sob tema “HCB, uma empresa estratégica e estruturante para o desenvolvimento de Moçambique e a estabilidade energética nacional e da África Austral!”, uma iniciativa que visa prestar homenagem ao papel significativo do jornalismo na formação da sociedade e na promoção de um discurso informado sobre questões críticas, particularmente no sector energético.

A decisão de criar o “Prémio Jornalismo HCB 50 anos” decorre de uma profunda compreensão do papel essencial dos media como voz do povo, pois os jornalistas desempenham um papel crucial na investigação e na cobertura da dinâmica complexa de vários, e neste caso do sector energético, particularmente a posição estratégica da HCB no avanço do desenvolvimento de Moçambique e as suas implicações para a região da África Austral. “Os prémios vão reconhecer os contributos dos jornalistas para a sociedade”, afirmou Tomás Matola, Presidente do Conselho de Administração da HCB.

Pela primeira vez, com um investimento sem precedentes, este prémio representa a competição de jornalismo mais significativa em Moçambique, onde serão atribuídas premiações em diversas categorias, cada uma nomeada para homenagear figuras de relevo do jornalismo moçambicano, o Prémio HCB de Imprensa Escrita Albino Magaia, o Prémio HCB de Rádio Emilio Manhique, o Prémio HCB de Televisão Simião Ponguane e o Prémio HCB de Fotojornalismo Ricardo Rangel, cujos trabalhos serão avaliados por um distinto júri de profissionais de comunicação social de todo o país, garantindo o reconhecimento de trabalhos excepcionais em vários formatos, desde a imprensa escrita à rádio, televisão e fotografia. Participaram, no acto de lançamento, diversas personalidades da esfera politica e social moçambicana com maior destaque para a classe jornalística.

No início deste mês, no entanto, a Albufeira de Cahora Bassa anuncregistou, no mês de Janeiro do presente ano hidrológico 2024/25, uma tendência de melhoria das afluências, o que resultou numa ligeira recuperação do armazenamento e estabilidade da cota da albufeira para a produção hidroenergética requerida e atender as necessidades energéticas de Moçambique, África do Sul e a outros países da região.

Em resultado da melhoria das afluências de Janeiro, o armazenamento final do mês, que havia sido previsto em 19%, fixou-se em 21.7% com tendências crescentes na primeira semana de Fevereiro.

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