Mais um empresário foi raptado nas ruas dos mais importantes bairros de Maputo, o bairro da Polana, muito bem ao lado do edifício onde funciona actualmente o Conselho Constitucional e nas bárbaras do Palácio Presidencial, na capital do país. A um dado passo, falando para a comunicação social, o porta-voz da Polícia, Leonel Muchina, diz que o individuo raptado é de nacionalidade moçambicana, mas a TVM, a estação de televisão pública nacional diz no seu rodapé tratar-se de um cidadão luso-moçambicano; enquanto isso, outros e alguns órgãos de comunicação falam de um empresário de nacionalidade asiática raptado nas primeiras horas desta sexta-feira, 21 de Fevereiro, quando estava em direcção do ginásio para a sua ginástica matinal de rotina.
O crime dos raptos tem se normalizado em Moçambique com uma media de ocorrência de dois raptos mensais envolvendo empresários em Maputo, principalmente. Os resgates míngua, mas algumas vezes a polícia diz que nem sempre envolve a media para garantir a integridades das pessoas envolvidas na situação de vítimas. Os esquemas sobre o negócio aparentemente envolvem a polícia e outros funcionários incluindo do estado.
Sobre o último rapto, que envolve um cidadão de 57 anos de idade, ocorrido no edifício onde funciona o Comité Olímpico e a organização humanitária Visão Mundial, (World Vision-Moçambique) a PRM, através do seu porta-voz Leonel Muchina, também diz que depois de ter sido alertada encetou uma perseguição a quadrilha e viria a neutralizar a viatura em que os sequestradores seguiam no bairro de Alto Maé, ainda no interior de Maputo.
A polícia conta que na circunstância 3 homens que ocupavam a viatura fugiram a pé e a corporação estadual continua em sua perseguição para captura-los e coloca-los a barra da justiça em função do crime cometido.
A avaliar pela naturalidade na reacção do novo Ministro do Interior, Paulo Chachine, quando abordado pela imprensa, “vai ser tratado como são tratados todos os outros casos normais de rapto” o estado pode estar a render ao crime e sendo o primeiro que favorece a sua naturalização o que alicerça ainda a ideai de que os raptos tem sido desenhado também dentro do esquema do sector da segurança e justiça, incluindo a distribuição dos seus lucros chorudos por entre esquemas de investigação.





