Na mana desta quinta-feira, grupos de populares revoltados com a situação do país tomou de assalto e ateou fogo em duas Esquadras da Policia da República de Moçambique
A primeira situação teve lugar na povoação de Nhangungumete, distrito de Inhassoro, norte da província de Inhambane, sul de Moçambique.
O caso deu-se quando populares saíram a rua para se manifestar, mas foram impedidos pela polícia que na ocasião disparou mortalmente para um jovem manifestante o que enfureceu os populares que de imediato assaltaram a esquadra local e apoderaram-se das armas. A polícia pôs-se em fuga e a população para alem das instalações da polícia incendiou também viaturas do estado.
No Zimpeto, principal mercado grossista em na capital Maputo, os manifestantes esboçaram um túmulo com a figura de Daniel Chapo, candidato da Frelimo e o facto enfureceu os agentes da lei e ordem que encetaram disparam que igualmente atingiram mortalmente um jovem que trabalhava no mercado. O facto agitou a os populares que igualmente assaltaram o posto policial e apoderaram-se dos equipamentos policiais e fizeram reféns alguns polícias com avultados dados materiais. O comércio esteve literalmente paralisando esta manha no grossista.
Moçambique continua literalmente em desgoverno, desde as eleições de 9 de Outubro de 2024, as sétimas na história do país. Não há registos oficiais sobre as fatalidades, mais cerca de uma centena de pessoas terão morrido em consequência da crise política em Moçambique onde não se vislumbra ainda qualquer tendência para uma solução imediata.





