Na sua comunicação sobre os últimos incidentes decorrentes dos desdobramentos sócio políticos no seguimento da votação do passado dia 9 de Outubro em curso, os profissionais da saúde e medicina de Moçambique anunciaram o registo de um total de 10 óbitos resultantes das ‘manifestações de Venâncio Mondlane’.
Por seu turno o Comandante-geral da Policia, disse sem especificar o número que “perdemos colegas nestas manifestações” e neste momento temos 36 policias acamados – Bernardino Rafael.
Oficialmente não há números exactos sobre os tumultos que pela segunda semana se registam em Moçambique, e que desde hoje entram para a sua terceira etapa, devendo se prolongar durante sete dias por todo o país, conforme anunciou Venâncio Mondlene na sua última aparição nas redes sociais.
O presidente do Podemos, Albino Forquilhas, disse “perdemos dezenas” referindo-se as baixas contabilizadas nos tumultos do último dia 24 entre populares apoiantes do seu partido e membros das forças de defesa e seguranças, no distrito de Micanheias, na província de Niassa
Algumas Organizações da Sociedade Civil, que observam o processo eleitoral reportaram o registo de 7 mortes entre manifestantes e a polícia.
A primeira iniciativa sobre os protestos que se assistem em Moçambique teve lugar quando convocada por Venâncio Mondlane e o partido Podemos para o dia 21 de Outubro corrente com uma designação de ‘greve geral’. A acção desembocou em uma onde de violência extrema entre populares e a Polícia da República de Moçambique sobre exacerbadas com o assassinato do advogado Elvino Dias e um representante do Podemos em Maputo. Venâncio Mondlane e Podemos protestam os resultados eleitorais apresentados pela Comissão Nacional de Eleições na pessoa do seu presidente Carlos Matsinhe.
Venâncio Mondlane, o rosto das manifestações e também descrito como o mandante moral da paralisação geral do país pelo Ministro do Interior pascoal Ronda, deixou o país com destino a África do Sul de onde terá rumado para a Europa, concretamente Holanda antes de viajar para a Suécia.
Enquanto decorre as manifestações o governo, a través das operadoras bloqueou o acesso as redes sociais alegadamente para impediar a circulação de mensagens relacionadas com a paralisação em curso.





