A Missão Internacional de Observação Eleitoral, IEOM, do Instituto Republicano Internacional, IRI, divulgou hoje a sua declaração preliminar sobre as sétimas eleições gerais de 9 de Outubro em Moçambique.
Com 40 observadores e chefiada pelo ex-Primeiro Ministro do Chade Succès Masra, a missão considera que embora os moçambicanos tenham demonstrado resiliência o processo eleitoral em si, até ao momento não atingiu os padrões internacionais.
A missão denuncia atrasos significativos na acreditação de delegados dos partidos e de observadores nacionais e internacionais, abuso dos meios do estado pelo partido Frelimo e ainda casos de intimidação por parte dos agentes da polícia sobretudo nas províncias de Sofala, Niassa e Zambézia incluindo a falta de transparência na colecta e publicação dos resultados.
Os americanos dizem ainda que registaram 13 casos de incidentes críticos que incluem a fraude eleitoral





