Polícia da República exibiu publicamente esta semana mais um momento sobre o desmantelamento de um cativeiro de raptos localizado a menos de 100 metros da 10ª esquadra da Polícia da República de Moçambique, PRM, na cidade da Matola, próximo de Maputo, a capital do país.
A polícia levou a imprensa para quilo que seria um desmantelamento do cativeiro e resgate do último empresário raptado em Maputo, mas chegado ao local as autoridade apenas apresentam uma moradia vazia com o argumento de que os malfeitores escapuliram depois de se aperceber da acção policial. Na ocasião os agentes da lei e ordem apresentaram um individuo alegadamente mandatado para comparar material que serviria para acorrentar a vítima no cativeiro desmantelado.
O cativeiro localiza-se num condomínio do luxuoso bairro Tchumene e localiza-se a menos de cem metros da 10ª esquadra da polícia, para além de que é um condomínio com uma segurança reforça e nele residem também altas individualidades que trabalham com a PRM. Para muitos analistas este exercício da polícia vem confirmar as suspeitas de que o negócio dos raptos envolve figuras seniores da polícia e do governo de Moçambique que alegadamente estão a fazer muito dinheiro neste negócio.
O governo de Filipe Nyusi tem sido duramente criticado por alagada inoperância no combate aos raptos, que atingem empresários de origem asiática.





