Ao fim da tarde de ontem, segunda-feira, 22 de Julho foi reportado mais um rapto a um empresário de nacionalidade moçambicana, mas de origem asiática.
O caso deu-se por volta das 19 horas no cruzamento entre as avenidas 24 de Julho e Mártires da Machava, uma zona de elite maputense.
De acordo com a Polícia da República de Moçambique, PRM, desta feita os atacantes, para realizar a operação de rapto do empresário introduziram-se no interior da sua loja de onde o vitimado foi como que arrancado do seu estabelecimento por três homens que apontava armas de fogo aos trabalhadores presentes no local. Segundo a polícia, enquanto os três homens arrastavam o empresário, de 41 anos de idade, outros dois indivíduos que se encontravam do lado de fora do estabelecimento, preparavam a viatura para um arranque veloz que se consumou logo de imediato. A polícia diz que conseguiu recuperar uma das viaturas usadas pelo grupo, mas não conseguiu deter nenhum deles.
O negócio dos raptos em Moçambique, sobretudo na capital Maputo, tem se mostrado um negócio lucrativos e com uma tendência célere de crescimento mercantil. As autoridades são acusadas de apatia no que diz respeito a busca de soluções para este fenómeno. Aliás alguns sectores de opinião pública dizem que o negócio dos raptos envolve a polícia no caso a SERNIC, Serviço de investigação Criminal, entidade do estado responsável pela investigação. Maioritariamente os raptos em Moçambique envolve empresários de origem asiática, mas autoridades governamentais, incluindo o Presidente Filipe Nyusi não parece preocupado com a situação.





