Um breve momento em que o filho do Presidente da República impediu-nos, tal como o pai aparentemente fez com a jornalista da organização dos direitos humanos no hospital, quando tentávamos um momento em que se exibia em stands de empresas públicas ladeado de outras figuras mediáticas; não é a intolerância não, pode ser de casa. A aversão da media e ao escrutínio publico parece maior. O filho de chefe foi peremptório acto obedecido pela segurança que o acompanha.
Foi um momento breve em que Florindo ladeado de amigos, parceiros e uma segurança cínica dirigiu-se ao nosso repórter num tom de ameaça apontando com o dedo em riste.
Semana passada o filho do chefe foi manchete na media depois de atropelar duas crianças em uma zona nobre da capital Maputo. Mas é no término do seu mandato de governação que o filho do presidente aparece a evidenciar-se. O mesmo dia do acidente, ao fim do dia, o progenitor, Chefe de Estado foi ao Hospital Central de Maputo visitar uma das duas crianças acidentadas com o Florindo Nyusi.
As liberdade de imprensa durante a vigência do governo de Nyusi de longe retrocederam. Os espaços sobre os corredores do exercício jornalístico nomeadamente no poder politico, judicial e até legislativo foram quebrados. O acesso a sessão do Conselho de Ministros está cada vez mais afunilado, com a segurança a confiscar os telefones dos jornalistas interessados a cobertura. Isto fica muito longe da épocas de Pascoal Mocumbi.
É tecnicamente um breve apanhado de camaramen em vídeo; ou ainda uma recolha jornalística bem apanhada…





