Depois de suspender o processo de produção de cartas de condução biométricas, devido a desentendimentos contratuais com o Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários, INATRO, a Brithol Michcoma Moçambique diz que se sente também no direito de romper com fornecimento de cartas de condução provisórias até que a entidade governamental pague as dívidas já acumuladas.
“No que diz respeito a produção de cartas temporárias, (papel especial de condução provisória), cuja produção das mesmas também é feita pela Brithol Machcoma Moçambique aproveitamos para informar que a Brithol Michcoma Moçambique reserva-se ao direito de suspender o fornecimento desses documentos enquanto se procede a análise de pagamentos em divida por conta desse fornecimento” diz um comunicado de imprensa distribuído em Maputo.
Não foram revelados os montantes em dívidas entre as partes, mas a Brithol diz que os valores não pagos referem-se a um contrato celebrado em Janeiro de 2019, e são relativas ao fornecimento de mais de 100 mil cartas de condução.
O INATRO diz, por seu turno que desde que interrompeu a emissão de cartas de condução biométrica em Dezembro de 2021, iniciou imediatamente o processo de contratação de uma entidade com vista a retoma dos serviços o mais urgente possível.
O INATRO diz ainda que enquanto decorre o processo de contratação de uma nova entidade para a produzir cartas de condução biométricas, os condutores estarão autorizados a usar a carta de condução temporária.





