Na semana passada a polícia anunciou a ocorrência de dois crimes de rapto na cidade de Maputo. Na altura a corporação confirmou o rapto de um cidadão empresário de origem asiática identificado pelo nome de Muhammad Mayet na esquina entre as avenidas Guerra Popular e Ho-Chi-Min. A vítima ainda não foi resgatada do cativeiro.
O porta-voz da polícia, Leonel Muchine disse que os raptores faziam-se transporta numa viatura de marca Toyota Alfard branca com a chapa de matricula AIO 919 e no local do crime houve o registo de tiros de arma de fogo que terminaram com o ferimento de um cidadão que aparentemente tentava impedir a acção dos criminosos.
Na sexta-feira passada foi anunciada uma tentativa de rapto alegadamente fracassada devido a rápida intervenção da polícia. O caso deu-se por volta das 20 horas na zona da Praça da OMM em Maputo, e os raptores tentavam sequestrar o proprietário das bombas localizadas envolta da Praça da OMM. Segundo a polícia acção culminou com a morte do indivíduo de nacionalidade sul – africana que ensaiava o rapto do dono da loja.
Dados oficiais indicam que o negócio dos raptos em Moçambique é lucrativo e já rendeu dois mil milhões meticais Maio 5 pessoas tinham raptadas este ano no país. Entre o ano de 2021 e Janeiro de 2023 tinham sido raptadas 30 empresários. O governo não esconde a sua incapacidade de lidar com este fenómeno, que aliás apresenta sustentáculos na África do Sul.
Algumas associações de empresários em Moçambique já reagiram a tendência de crescimento célere da onda de raptos, mas a situação parece tender a agravar-se com um crescente número de empresários a optar em desinvestir em Moçambique devido a insegurança. Não há registo de raptos de empresários moçambicanos, brancos americanos e ou europeus.





