IMD e Parceiros Advogam por Manifestos Eleitorais Inclusivos e Representativos

O Instituto para Democracia Multipartidária (IMD), em parceria com Fórum da Sociedade Civil para os Direitos das Crianças, Gender and Sustainable Development Association, Movimento de Educação para Todos, Observatório dos Direitos da Criança, Observatório Moçambicano para Deficiência, Observatório das Mulheres, Parlamento Juvenil, Sala da Paz, União Nacional dos Estudantes e a WaterAid, organizaram esta semana em em Maputo uma mesa-redonda sobre manifestos eleitorais inclusivos e representativos.

A iniciativa, que tinha como objectivo contribuir para a promoção de um diálogo construtivo e colaborativo entre actores políticos e cívicos sobre a elaboração e implementação dos manifestos eleitorais em Moçambique, contou com a presença de actores políticos, organizações da sociedade civil, académicos e outros.

Para os promotores da iniciativa, os manifestos eleitorais como documentos estratégicos que delineiam as propostas políticas e os compromissos dos partidos para com o eleitorado, devem reflectir os interesses e anseios dos cidadãos. Estes instrumentos, são essenciais para a transparência e a responsabilização dos concorrentes eleitorais por esta razão é de capital importância que os actores políticos os elaborem de forma inclusiva e participativa.

Todavia, a sociedade civil considera que apesar da sua importância e relevância, nalguns momentos os manifestos são poucos claros, pouco realísticos e com pouca correspondência com as expectativas da sociedade, e estes são alguns dos principais desafios dos manifestos eleitorais em Moçambique.

No entanto, a mesa-redonda, organizada com olhos postos às eleições gerais, para as Assembleias provinciais e para eleição de governadores provinciais a terem lugar a 9 de Outubro de 2024, visa promover maior colaboração entre actores políticos e cívicos e reforçar a importância da inclusão dos cidadãos nos processos políticos em Moçambique.

 

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