Míngua Protecção Social Para Menores nos Países em Vias de Desenvolvimento

Teve lugar no dia 24 de Maio de 2024, na Cidade de Matola, a II Conferência Nacional sobre o Combate às Piores Formas do Trabalho Infantil.

Na abertura do evento, a Ministra do Trabalho e Segurança Social, Margarida Adamugi Talapa defendeu que nenhum trabalho de combate ao mal pode ter sucesso se não for uma acção combinada de todos os actores da sociedade.

Talapa entende que combater o trabalho infantil não se resume apenas à acção do Governo, mas uma combinação de esforços que envolve os pais, encarregados de educação, professores, líderes comunitários, entre outros.

“Devemos ter presente que proteger a criança das piores formas do trabalho infantil começa em casa, na família, na comunidade e em toda a parte onde esta se encontra inserida. É uma questão de cidadania e futuro do país”, disse Talapa.

Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), estimam que cerca os 160 milhões de crianças no mundo estão envolvidos em alguma forma do trabalho infantil; 79 milhões realizam trabalho considerados perigosos para as crianças e 23% destas vivem na África Subsariana onde se inclui Moçambique. Por outro lado, estatísticas indicam que uma em cada 5 crianças dos países em via de desenvolvimento não está coberta pela protecção social.

A governante recordou o discurso do Presidente da República por ocasião da sua investidura ao cargo quando dizia: “A nossa agenda de governação é continuar a reforçar o desenvolvimento da criança do idoso e da pessoa com deficiência.”

Assim, desta feita, o Governo mantém o seu compromisso de combater as piores formas do trabalho infantil.

Impossível copiar o conteúdo desta página