O partido Frelimo diz que respeita e não se intromete nos negócios da Fundação Alberto Joaquim Chipande, membro do Comité Central da Frelimo
Finalando no final da sessão semanal da Comissão Política frelimista, Ludimila Maguni, porta-voz daquele órgão, disse que o seu partido tem estado a acompanhar os desdobramentos em torno das notícias sobre a tentativa do golpe de estado registado semana passada na República Democrática do Congo.
Imeditamente as notícias de que as tropas da RDC conseguiram inviabilizar o golpe, começaram a circular imagens onde o general Alberto Joaquim Chipande aparece no seu escritório a fechar negócios com Christian Malanga, indicado como o líder da tentativa de golpear o governo no poder no Congo.
Pouco evasiva e perante a insistência de jornalistas a porta-voz da Frelimo espera que a fundação de Chipande investigue melhor as entidades que se envolve com ela em negócios. “Temos acompanhado nas redes sociais entre a Fundação Alberto Joaquim Chipande com os envolvidos no golpe em Congo; Pensamos que a Fundação fez o comunicado e como partido estamos cientes de que o comunicado esclareceu”.





