A empresa Minas de Moatize diz que os seus trabalhadores têm os seus salários todos em dia e, mesmo nos momentos de maiores dificuldades, decorrentes, essencialmente, do impacto negativo causado pela Pandemia COVID-19, manteve todos os postos de trabalho activos e continuou a pagar a todos os seus trabalhadores, independentemente de estarem a trabalhar ou não.
Sobre as acusações da empresa Miguel Joaquim do Rosário, Empresa em Nome Individual a Minas de Moatize esclarece que foi celebrado, em 23 de Julho de 2019, um contrato de aluguer de equipamento e prestação de serviços mineiros que consistiam basicamente na movimentação de rejeites e esvaziamento das barragens ultra finas.
De acordo com um comunicado da empresa, o preço foi fixado por hora de aluguer dos equipamentos utilizados na prestação de serviços, não existia qualquer relação de exclusividade entre as partes e a rescisão unilateral do contrato dependia de um aviso prévio de apenas 1 semana.
Segundo o comunicado, a empresa Miguel Joquim do Rosário, Empresa em Nome Individual, nunca prestou qualquer serviço de pesquisa, exploração ou processamento de carvão à Minas Moatize, Lda.
Sobre as dividas a empresa esclarece que o crédito reclamado judicialmente por aquela empresa, contra a MML, foi de cerca 24 milhões de meticais, equivalente a aproximadamente 350.000 USD e a totalidade do referido crédito já foi pago pela MML e a Miguel Joaquim do Rosário, Empresa em Nome Individual tem pleno conhecimento disso.
Para a empresa, a paralisação das suas actividades, pelo período exacto de 14 dias, decorreu em devido aos actos arbitrários e ilegais praticados contra a MML, os quais serão apreciados e terão o tratamento adequado em sede própria.





