Três militares pertencentes às forças aliadas terão morrido recentemente durante um assalto a uma base dos terroristas no distrito de Macomia, na província de Cabo Delgado.
Os dados estão a ser reportados insistentemente por agências noticiosas ligadas ao estado moçambicano.
De acordo com o governo, durante os confrontos dos últimos dias de 2021 e primeiros dias de 2022, em Macomia, distrito de Cabo Delgado, as forças conjuntas capturaram um comandante dos terroristas identificado pelo nome de Amade Muahamed Daude. De 32 anos de idade, Amade Daude, alegadamente, comandava ataques incluindo o assalto ao Comando Distrital da Polícia de República de Moçambique na vila sede do distrito de Mocímboa da Praia. Amade Muahamed Daude e alguns dos seus elementos terá sido capturado quando tentava fugir dos ataques em Namoro nas margens do rio Rovuma, fronteira com a Tanzânia.
As notícias sobre os ataques terroristas no norte apontam ainda a captura de dois menores irmãos nacionais que estavam ao serviço dos terroristas.
Na mesma operação as autoridades do sector da defesa reportam a morte de 23 terroristas durante as confrontações militares em Macomia.
Desde 29 de Dezembro de 2021, o presidente Filipe Nyusi trabalhou em Cabo Delgado, epicentro dos ataques, que desde 2018 terão causado a morte de mais de três mil pessoas entre militares e civis e um milhão de deslocados, incluindo crianças.
Nyusi em Cabo Delgado prometeu continuar a investir na modernização das Forças de Defesa e Segurança, que combatem lado a lado com as forças da SADC e do Ruanda. Os ataques no norte já atingiram algumas regiões da província do Niassa.





