Sob liderança de Ossufo Momade, a Renamo acaba de abrir a sua VI Sessão Ordinária do Conselho Nacional em Maputo
O encontro vai servir para a reorganização interna e desenho de estratégias para a participação do partido nas eleições gerais de 9 de Outubro próximo. Aliás o Conselho Nacional também deverá decidir sobre a realização ou não do congresso já com proposta para ter lugar nos dias 15 e 16 de Maio próximo.
Todos os discursos dos órgãos formais da Renamo apresentados na abertura do Conselho Nacional – desde da Liga Juvenil á Associação dos Combatentes pela Democracia, – dão apoio a liderança de Ossufo Momade e distanciam-se das tentativas de Venâncio Mondlane de levar o partido a barra do tribunal.
A avaliar pelos discursos e como previsto, os órgãos oficiais da Renamo usaram o pódio do Conselho Nacional para sublinhar o seu distanciamento dos actos de Venâncio Mondlane e demonstrar a sua linhagem aos ideais de Ossufo Momade.
No seu discurso, Ossufo Momade referiu-se ao caso Venâncio como “tentativa de apagar a história; esqueceram-se de onde viemos e de onde vamos, revela ingenuidade e vulnerabilidade política”.
O presidente da Renamo falou também do processo DDR. Ele disse que 47 oficias dos Renamo já foram integrados na Polícia da República de Moçambique; 100 terminaram formação e aguardam a sua integração. Ossufo Momade falou também da situação dos raptos, corrupção, partidarização do estado e escândalos como os erros nos livros escolares.





