Secretário-geral da Frelimo Denuncia Baixos Níveis de Quotização na OMM

O Secretário-geral da Frelimo, Roque Silva, diz que um dos grandes desafios actuais da Organização da Mulher Moçambicana, OMM, tem a ver com a criação de capacidade financeira para atender aos programas da Organização.

“A OMM deve encontrar formas articuladas e credíveis aos olhos dos membros, de cobrança de quotas.

Para Roque Silva, a OMM deve tirar o máximo proveito de toda a capacidade e inteligência financeira dos seus membros para prover recursos para a organização, devendo encontrar formas criativas, fiáveis e sustentáveis para maximizar a rentabilidade do seu património.

“Deve preocupar a cada membro da OMM, o facto de, conforme consta do relatório, o nível de quotização, ao longo de todo o ano de 2023 tenha crescido apenas em 0,024% em relação ao planificado para aquele período”.

Falando na abertura da realização da III Sessão Ordinária do Conselho Nacional da OMM em Maputo, o Secretário-geral frelimista observar que, dos 3.023.542 (três milhões vinte e três mil e quinhentos e quarenta dois) membros que a OMM possui hoje, “se cada membro pagasse apenas 1 metical por mês, o valor de quotas arrecadadas em 2023 seria de 36.342.504,00Mt (trinta e seis milhões, trezentos e quarenta e dois mil e quinhentos e quatro meticais) somente naquele ano, e não 433.128,07 MT (quatrocentos e trinta e três mil e cento e vinte oito meticais e sete centavos) colectados, de acordo com o relatório”.

Segundo Roqiue Silva, outro desafio da OMM tem a ver com o registo do património da Organização. “Deve-se acelerar e concluir esse processo” disse.

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