Renamo: Contratação de Mercenários Russos, Sul-Africanos, Militares Ruandeses e da SADC é ilegal

Nas vésperas do fim de ano 2021, o presidente da Renamo, Issufo Momad diz que o seu partido mantém o compromisso de cumprir na letra e no espírito o Acordo de Paz Efectiva e Reconciliação de 6 de Agosto de 2019, cuja implementação culminou com o processo de Desmobilização, Desarmamento e Reintegração que até o presente momento contemplou 3.267 antigos Combatentes, sendo 3.141 homens e 156 mulheres, dos 5.221, o que representa 63%.

De acordo com o presidente da Renamo, a vontade e propósito do partido é que o Processo do DDR prossiga e termine o mais rapidamente possível, como forma de manter a paz e promover a reconciliação nacional.

Ainda na esteira do DDR, diz o sucessor de Afonso Dhlakama, foram, finalmente, formados 36 oficiais vindos da Força residual renamista que deverão ser integrados na Polícia da República de Moçambique. “É nossa espectativa que o processo de enquadramento nas Forças de Defesa e Segurança não seja interrompido e não conheça recuos, em respeito aos entendimentos alcançados” diz.

Apontando os aspectos negativos em 2021, o presidente da Renamo disse que a guerra movida pelos terroristas em Cabo Delegado com tendência a alastrar se para as províncias de Niassa, Nampula e Zambézia, também marcou negativamente o ano de 2021, o que aumenta o nível de ameaça à paz almejada pelos moçambicanos.

Para Issufo Momaf o país continua sem informação sobre a identidade e as motivações desses terroristas que desde 2017 estão a semear luto e a destruir infra-estruturas e o sonho de Moçambique crescer economicamente.

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